O autor oferece seus escritos sem a preocupação de classificá-los como crônicas, contos ou causos. São histórias contadas a partir de um Bar imaginário, que pretendem remeter o leitor a priscas eras, ou a tempos idos, numa linguagem inesperada, permeada de saudosismos e ditos, livre de obrigações com a racionalidade, compromissada tão somente com o bom humor.