あらすじ
As palavras curtas são as preferidas dos gurus de marketing, dos lojistas e dos camelôs. São ágeis e fáceis de memorizar. “Rio” é assim. Todos podem ter histórias e belezas naturais para contar, mas só o Rio de Janeirotem um apelido íntimo, que bordeja pelo morador, pelo turista, por quem apenas diz: “Rio”. O que combina com “Rio” é “rua”; monossílabos ligeiros e íntimos. Este almanaque de ruas e caminhos é um tratado de cumplicidade em que Fernanda Arouca e Thiago Gomide põem as histórias na mesa para que o leitor as vivencie. São fatos do “Rio” que pularam da telinha do “Tá Na História” das redes sociais para virarem “rua”. Aí você, então, vai passar pela rua São Clemente, olhar o Corcovado e vai conseguir visualizar o que estava lá antes do Cristo. Quando andar pela travessa do Ouvidor, vai entender por que essa era tão famosa, a ponto de envolver até caso amoroso de imperador. Vai explorar o imagi¬nário de que o bairro de Bangu já invadiu a alta-costura brasileira. Tudo isso, só podia ser, no mesmo Rio que Albert Einstein – sim, é ele, o físico – provou o que significa “suar em bicas”. Você vai descobrir também. Com Almanaque carioca: o rio que você não conhece, as ruas do Rio nun¬ca mais serão as mesmas. É personagem, é palácio, é cartão-postal, é artista, é a eterna capital do nosso Brasil aos olhos do mundo. Seja “rua”. Seja “Rio”. Saulo Machado – jornalista