Se eu fosse a morte, vivia
CristianaFarinha
あらすじ
E se a Morte pudesse amar? E se, em vez de levar, ela quisesse simplesmente... viver? Em Se Eu Fosse a Morte, Vivia, Cristiana Farinha guia-nos por um turbilhão de sentimentos, onde poesia e prosa se entrelaçam para explorar o amor, a perda, a esperança e a escuridão da alma humana. Através de versos íntimos e intensos, conhecemos uma voz jovem que se debate com o desejo de morrer... e a força de um amor que a quer manter viva. Neste diálogo emocional com a figura da Morte - que aqui é também mãe, sombra e conselheira - somos confrontados com questões universais: Quem somos quando tudo desaba? Podemos amar a vida mesmo quando ela dói? Este não é apenas um livro de poemas - é uma carta aberta à sobrevivência, uma ode à juventude que sente demais, que ama demais, e que, por isso mesmo, se recusa a desistir. Um livro que vai tocar quem já amou no limite, quem já pensou em partir, e quem escolheu ficar.