Estava presa e não sabia que crime havia cometido ou de que era acusada. Além disso, tinha sido mãe, mas o meu colo estava vazio. A minha mente gritava por socorro. A primeira vez que tive noção da passagem do tempo foi durante uma atividade de grupo em que reparei na data assinalada no calendário que se encontrava na parede da sala. Era 29 de Março. Tive um vislumbre de consciência e saí porta fora num estado de desespero.