あらすじ
No sétimo volume da Heptalogia do Príncipe de Lefèvre, o narrador mergulha em sua própria experiência de meio século como “prisioneiro de Chronos”, submetido ao tempo que limita, fere e aprisiona. Ao longo da narrativa, a memória se entrelaça à saudade, e o diálogo com a ausência do Príncipe de Lefèvre se torna fio condutor de reflexões sobre o amor, a eternidade e a travessia da alma. Mas o cárcere do tempo não é definitivo. O livro revela a passagem do Chronos ao Kairós — do tempo que mede ao tempo que liberta. Entre brumas da Mantiqueira, símbolos de luz e estrelas que permanecem, o narrador descobre que o amor não se apaga, mas se transforma em presença eterna. Mais do que encerramento, O Prisioneiro de Chronos é a síntese da jornada: um epílogo expandido onde memória, espiritualidade e eternidade se encontram, mostrando que mesmo a prisão do tempo pode ser vencida pelo brilho que não tem fim.