あらすじ
Em Nem Tudo Que Parece Justo É Legal, Marcos Paulo Gonçalves conduz o leitor pelos bastidores do contencioso contra o Estado e revela aquilo que raramente é ensinado nas faculdades ou explicitado nas decisões judiciais: o processo não é um instrumento de correção moral da realidade, mas um mecanismo técnico, limitado pela legalidade e pela estrutura institucional do poder público. Com linguagem clara, direta e estrategicamente provocativa, a obra desmonta a crença de que toda injustiça é automaticamente ilegal e demonstra por que tantas ações contra a Administração Pública fracassam não por ausência de indignação legítima, mas por erro estrutural na formulação da demanda. Ao longo de 25 capítulos, o autor aborda temas centrais como: a diferença entre ilegalidade e mero inconformismo; os limites da atuação judicial diante da separação de poderes; a autocontenção como lógica decisória do magistrado; os equívocos mais comuns na escolha do réu e na formulação de pedidos; o impacto da “reserva do possível”, ainda que não nomeada; a execução contra a Fazenda Pública e as vitórias que morrem após a sentença. Mais do que um manual técnico, o livro é um guia de raciocínio jurídico. Ele ensina o leitor a enxergar o Estado por dentro Destinado a advogados, estudantes e profissionais que atuam no contencioso público, a obra propõe uma mudança de mentalidade. Porque, no fim, compreender os limites do Direito é o que separa o pedido bem-intencionado da tese juridicamente sustentável